Entenda porque será importante olhar para além do mercado tradicional em 2026.

Em um ano marcado por transições de governo, ajustes monetários e avanço das políticas sustentáveis, a busca pelos melhores investimentos para 2026 ganha força, especialmente entre aqueles que pensam em preservação e crescimento patrimonial no longo prazo. 

Este artigo apresenta as principais tendências que devem orientar as decisões de alocação em 2026 e destaca o papel crescente dos ativos florestais, uma alternativa que vem ganhando atenção entre investidores com visão estratégica.

O que influencia os investimentos para 2026

Os movimentos econômicos observados ao longo de 2024 e 2025 ajudam a desenhar o ambiente que deve orientar as escolhas de investimento para o próximo ano. Um cenário marcado por juros elevados, possíveis oscilações nos mercados e maior atenção a ativos sustentáveis.

Taxa Selic: expectativa de mudança gradual no próximo ano

O Brasil encerrou 2025 com uma taxa Selic de 15% ao ano, o maior nível desde o início da série histórica moderna do Banco Central. Esse aperto monetário teve como objetivo conter uma inflação persistente, mas também indica que o país se aproxima de uma transição.

Para 2026 analistas do mercado projetam que:

  • A renda fixa permanece relevante no início do ano, ainda com taxas elevadas. Contudo, com a atividade econômica desacelerando e a inflação perdendo força, o ciclo de cortes pode começar de forma gradual. Essa virada tende a reduzir os retornos futuros da renda fixa e, com isso, crescer o interesse por ativos que operam em ciclos longos e independem do mercado tradicional.

Portanto, em um ambiente de mudança, a diversificação volta a ser essencial, sobretudo com ativos reais, capazes de oferecer estabilidade no futuro.

Riscos de volatilidade em 2026: política, economia e fatores globais

Embora 2026 ainda esteja no horizonte, alguns elementos conhecidos já sugerem um ano mais sensível aos mercados:

  • Ano eleitoral no Brasil: historicamente associado a maior oscilação na bolsa e no câmbio;
  • Sensibilidade a políticas fiscais, reformas e ajustes regulatórios, que costumam gerar movimentos bruscos;
  • Cenário internacional mais complexo, com tensões geopolíticas e desaceleração global em alguns setores.

Nesse contexto, cresce a busca por investimentos menos expostos às turbulências de curto prazo e que mantenham consistência mesmo quando o cenário muda.

Avanço dos investimentos sustentáveis em 2026

A expectativa é de que o interesse por investimentos continue presente em 2026, acompanhando tendências observadas nos últimos anos. Esse avanço acontece tanto pela atenção dada a ativos reais, quanto pela busca por alternativas de longo prazo em diferentes perfis de investidores. 

Alguns fatores que podem contribuir para essa tendência incluem:

  • Maior interesse por ativos reais e produtivos: com a possibilidade de mudanças no ciclo de juros ao longo do próximo ano, cresce a observação sobre ativos que operam em horizontes mais longos, como florestas comerciais;
  • Busca por maior equilíbrio em momentos de oscilação: cenários mais voláteis podem levar investidores a avaliar classes de ativos que não respondem diretamente às variações da bolsa ou câmbio, ampliando a diversificação de portfólio;
  • Atenção crescente a iniciativas com impacto ambiental positivo: a procura por ativos que contribuam para práticas sustentáveis tem se expandido, seguindo uma tendência global. Essa dinâmica não depende exclusivamente de políticas públicas, porém reflete transformações no comportamento do investidor.

No Brasil, esse avanço reforça a relevância de ativos sustentados por demanda real e por dinâmicas próprias do setor produtivo, como as florestas comerciais.

Ativos florestais: uma alternativa de investimento para 2026

O setor de florestas comerciais vive um momento de expansão no Brasil. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2024, o valor da produção florestal atingiu R$44,3 bilhões, um avanço de 16,7% frente a 2023.

Com esse cenário de evolução, cresce a atenção por ativos reais de longo prazo, entre eles, as florestas comerciais de Mogno Africano. Isso ocorre porque o desenvolvimento segue seu próprio ciclo biológico, independente das oscilações políticas ou econômicas de curto prazo, característica valorizada em momentos de transformação do mercado. 

Além disso, trata-se de um ativo:

  • Tangível, com lastro na terra e na madeira;
  • Descorrelacionado do mercado financeiro;
  • Sustentando por demanda real;
  • Inserido em ciclos longos (já que acompanham o ritmo natural de crescimento das árvores).

O  setor de florestas comerciais tem avançado no país com modelos mais estruturados, baseados em tecnologia, manejo responsável e monitoramento contínuo. Um exemplo disso, é o empreendimento de Mogno Africano conduzido pelo IBF em Pompéu, Minas Gerais, onde administra mais de 8.000 hectares.

O projeto oferece a possibilidade de investir em um ativo de alto valor agregado sem lidar com a complexidade do plantio, manejo e condução da floresta.

A inclusão de ativos florestais como o Mogno Africano, por meio de um projeto estruturado pode ser a estratégia que você precisa para construir uma carteira resiliente em 2026. Quer saber mais? Clique aqui e baixe nosso e-book gratuito sobre o Mogno Africano.